quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Repost: picos de crescimento e desenvolvimento

Você tem um bebê menor de 1 aninho? O comportamento dele mudou de repente? Ele está mais carente? Parece que o leite não é mais suficiente? Ele passou a acordar mais vezes durante a noite? Está agitado? Então o repost de hoje é pra você.

**na Consultoria Materna do Drops, você tem direito a uma tabela exclusiva com todas as datas previstas (baseadas na data de nascimento do seu pequeno) para os picos do seu bebê.

Posts de 05 e 07 de março de 2014

PICO DE CRESCIMENTO

É um fenômeno no qual os bebês solicitam mais mamadas do que de costume. Esta necessidade geralmente dura de poucos dias a uma semana.


A mãe que amamenta no peito costuma sentir como se não desse conta de produzir leite em quantidade suficiente para o bebê, o que não é verdade. É apenas uma fase onde seu pequeno sente mais fome, pois está crescendo. Essa fase ocorre também com os bebês que mamam na mamadeira.

Costuma ocorrer da seguinte forma:

- quando o bebê tem de 7 a 10 dias
- quando o bebê está entre 2 e 3 semanas
- 4 a 6 semanas
- 3 meses
- 6 meses
- 9 meses

PICO DE DESENVOLVIMENTO

Durante os picos de desenvolvimento, os bebês ficam mais carentes, precisando de colo e com freqüência também comem e dormem mal. No período que antecede os saltos, o bebê de repente se sente perdido no mundo, pois seu sistema perceptivo e cognitivo mudou, mas ele ainda não se acostumou a isso, então o mundo parece muito estranho.


O que acaba acontecendo é que ele quer voltar à base, ao que é conhecido, ou seja, MAMÃE. Depois de algumas semanas essa fase difícil passa e tudo volta ao normal.
Após uma crise, o bebê começa a fazer coisas que não fazia antes, dá um salto de desenvolvimento mesmo e também fica mais feliz. Então, durante as crises é só ter um pouco de paciência, logo passa.
As crises dos picos de desenvolvimento acontecem da seguinte forma (em média*):

- quando o bebê estiver com 5 semanas (1 mês)
- 8 semanas (2 meses)
- 12 semanas (3 meses)
- 19 semanas (4 meses e meio)
- 26 semanas (6 meses)
- 30 semanas (7 meses)
- 37 semanas (8 meses e meio)
- 46 semanas (quase 11 meses)
- 55 semanas (quase 13 meses)
- 64 semanas (quase 15 meses)
- 75 semanas (17 meses)

* As datas podem variar levemente, começando uma semana antes ou uma semana depois do previsto.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Será que seu filho não está escolhendo demais?

Ele só toma suco se for no copo amarelo.
Ela só escova os dentes com a escova verde.
Ele só almoça se for no prato do Super Homem.
Ela só sai de casa depois de escolher sua própria roupa.
........
Já viram esse filme? Quem nunca né?

Ensinar a criança a ter opinião e fazer suas próprias escolhas é importante? Ninguém duvida disso! Porém, essa onda que toma conta de vários artigos de especialistas hoje em dia, onde a criança é quem decide o que ela quer fazer, a criança é que decide o que ela quer vestir, a criança é que decide o que a família vai fazer, a criança é que decide a hora de pedir desculpas.... E por aí vai!

Temos que tomar muito cuidado com isso!

Precisamos sim, ensinar nossos filhos a tomar decisões e fazer escolhas, no entanto - literalmente -, quem manda na casa são os pais. Não adianta deixar tudo por conta de alguém que ainda não tem discernimento e esperar que, no fim do dia, a criança aceite tudo o que você quer sem fazer uma cena de birra.

Mas então, qual é a solução?

Liberdade vigiada e dosada: seu filho pode escolher a cor do copo que ele vai usar pra tomar suco? Claro! Porém, ele vai escolher entre as duas cores que você pré escolheu.

Sua filha pode definir com qual roupa ela vai sair de casa? Com certeza! Mas ela terá que se decidir entre as duas ou três opções que você escolheu antes.

Já outros detalhes precisam ser impostos pelos pais e pronto... a escova de dentes é um bom exemplo, afinal, todo mundo vive com apenas uma escova, não é mesmo? Portanto, vai ser da mesma forma com a criança. Não existe a necessidade de escolher uma escova de dentes a cada escovada. Cada um tem a sua e ponto final.

Aprendi essa lição no curso que fiz recentemente, como vocês acompanharam nas minhas redes sociais: Educando Filhos à Maneira de Deus, da Universidade da Família. Nessa aula, os professores deram um exemplo que deixa tudo isso que foi dito bem claro:

"É hora do café da manhã e seu filho de 4 anos entra na cozinha. Você acabou de colocar suco de laranja no copo vermelho, mas ele te lembra que o copo dele é o azul com desenho da nave espacial. Você sorri e faz a troca. Ele também avisa que, nesta manhã, quer suco de uva em vez de suco de laranja. Você pensa 'não tem problema os dois são saudáveis'. Quando começa a passar manteiga na torrada, seu filho decide que hoje ele quer geleia. Tudo bem! A torrada com manteiga pode ficar pra você..... Então, você põe outra fatia de pão na torradeira e passa geleia para o seu filho.

Chega a hora do almoço. Você chama seu filho para almoçar, mas ele diz que está brincando com os caminhões. Você pensa: 'tudo bem, uns minutinhos a mais não serão problema'. E vocês almoçam 20 minutos mais tarde nesse dia.

Depois do almoço, é hora do banho. Você prepara tudo e chama seu filho para o banheiro, mas ele diz que quer brincar mais um pouco. Você responde que agora é hora de tomar banho e pega seu filho pela mão..... ele começa a gritar e a se jogar no chão..... e você fica pensando: 'o que será que aconteceu? Nossa manhã foi tão tranquila! Não tivemos nenhum atrito até agora'!"

Vendo desta forma fica bem claro, né?

Sim, nossos filhos precisam aprender a fazer suas escolhas, mas, durante a infância e pré-adolescência, essas escolhas são e sempre serão supervisionadas por nós, pais.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Estamos valorizando as bênçãos de Deus?

O vídeo de hoje não é relacionado à família, filhos, pais ou mães....mas me tocou profundamente. Me tocou, porque mostra o quanto não sabemos valorizar as pequenas coisas....pequenas coisas que, na verdade, são imensas bênçãos de Deus! Confiram...



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Repost: Amamentar não é um mar de rosas

Acabamos de passar pela Semana Mundial do Aleitamento Materno e esse post continua atual e importante, porque como digo no fim, amamentar é extremamente difícil, mas vale muito a pena....só que continuo achando que as mães precisam ser mais bem preparadas para essas dificuldades. A mídia, os grupos de amamentação, os cursos de gestantes....todos fazem parecer que é lindo, leve, fácil e instintivo.....pode até ser, mas antes de chegar nesse ponto, é muuuuito complicado e, por falta de conhecimento, muitas mães desistem:

Post de 19/10/2015

Nas últimas semanas, tivemos inúmeros posts sobre a amamentação (inclusive aqui no Drops) por causa do desabafo da Fernanda Gentil sobre as dificuldades do processo. Na imensa maioria desses posts, vemos mães e especialistas em amamentação explicarem o quanto é importante amamentar, o quanto é recompensador, o quanto é lindo, o quanto faz bem para o bebê, o quanto faz bem para a mãe, etc.
Não se pode duvidar desses inúmeros fatos que comprovam que amamentar é sim importante. Mas algo que me incomoda é que nunca se fala a verdade sobre a amamentação. Nunca se dá a "cara a tapa", nunca se conta a verdade para as mães e para as grávidas. Com isso, quando a amamentação começa, tudo o que temos na cabeça é o quanto ela é importante, mas não somos preparadas para as inúmeras surpresas desagradáveis que amamentar nos traz.
Por isso, o post de hoje é dedicado a vocês que estão vivendo essa fase difícil ou vão viver. Amamentar pode ser muuuuuito bacana e especial, mas também é extremamente difícil e, às vezes, muito chato, porque:
- Dói!!! Dói muuuuito!
E não será rara a vontade de largar tudo e desistir de amamentar por causa da dor.

- Exige doação total: a mãe tem que estar ali 24h por dia, não importa se ela precisa comer, dormir, usar o banheiro, etc.
Algumas mães relatam fatos até engraçados como, por exemplo, ter que segurar o espirro pra não assustar o bebê, ou estar com tanto sono de madrugada que dormem amamentando a acordam só de manhã.
- Priva a mãe de comer o que ela quer
Chocolate é controlado, refrigerante é proibido, café pode deixar o bebê agitado, se o bebê tiver algum tipo de alergia alimentar, a mãe obrigatoriamente deverá cortar esses alimentos da sua alimentação, pimenta pode irritar as paredes intestinais do bebê, etc...
- Sua roupa precisa ser "amamentável"
Não dá pra sair de casa com qualquer peça. A mãe tem que estar pronta para amamentar em qualquer lugar, então, é preciso que a roupa tenha abertura suficiente pra permitir a amamentação. Camisas, blusas com gola canoa ou outro tipo bem amplo, modelagem envelope (esses são os modelitos diários).
- A mãe, principalmente no início, fica cheirando leite
É tanto vazamento que dificilmente sua roupa passará ilesa. E ainda tem o risco do bebê dar a famosa golfada bem naquela blusa que você tanto ama.
- As dificuldades são muitas e não ficam limitadas só ao começo da amamentação.
O bebê não consegue pegar o peito.
O bebê mama um pouco e já dorme.
O bebê fica com preguiça de mamar o leite mais grosso.
O peito fica machucado.
O peito sangra.
O bebê não aceita mamar na única posição que você encontrou que não machuca seu seio.
Os dentes do bebê começam a nascer e, com eles, vêm as mordidas e toda a dor começa de novo.
O bebê chora sem parar depois de mamar e os pais ficam desesperados até descobrirem que é refluxo, ou alergia alimentar, ou cólica, etc.
O bebê, que dormia a noite toda, passa a acordar de hora em hora pra mamar sem explicação aparente (existe explicação, por isso é tão importante buscar ajuda sempre que precisar).
O bebê passa a rejeitar o peito (desmame natural)

Você passa muito tempo no processo de amamentar.
O bebê mama (alguns, como o lindão, passam de 40 a 50 minutos mamando).
O bebê precisa arrotar (esse processo pode ser imediato ou levar até 30 minutos).
O bebê faz cocô e precisa ser trocado.

As madrugadas são MUITO difíceis.
Não adianta querer poetizar esse momento dizendo que é algo único entre a mãe e o seu bebê. Pode ser sim, mas o fato é que é extremamente cansativo e demorado. Totalmente diferente do que livros e especialistas nos dizem durante a gravidez.
Exemplo:
O bebê chora.
A mãe dá o peito (por até 50 minutos - ou mais)
O bebê precisa arrotar
O bebê vai fazer cocô
Você troca o bebê
O bebê começa a soluçar
Você precisa dar o peito de novo pra acalmar o soluço.
O bebê precisa arrotar de novo
.......já imaginam o resto da história, né?

Algumas mulheres relatam perda de sensibilidade dos seios.
Não é raro receber relator de leitoras e clientes sobre isso. Após a amamentação, o prazer que elas sentiam nos seios durante o sexo, simplesmente acaba. Nesse caso, é preciso falar com o seu médico e, se necessário, buscar ajuda com um Psicólogo.

Não entendam esse post como algo negativo. Ele foi pensado e escrito justamente pra abrir os seus olhos e mostrar que a amamentação não será fácil, mas que você não é menos mãe por sentir toda essa dificuldade. Todas sentem! A mensagem mais importante que eu quero que vocês levem com esse post é que:

Amamentar é uma tarefa muito difícil, mas que dá pra vencer e que é extremamente recompensadora.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Crescer dói - de verdade

Essa noite, o lindão acordou chorando, reclamando de dor atrás do joelho. Melhorou depois de massagem e muito colo. Assim que amanheceu, mandei mensagem para o Pediatra e ele me falou da DOR DE CRESCIMENTO.

O fato é que algumas crianças sentem dor e desconforto por causa do crescimento (de 20% a 30% das crianças) e esse sintoma tem algumas características próprias que achei importante compartilhar aqui com vocês:

- essa dor acontece entre os 3 e os 8 anos.
- algumas teorias apontam que os ossos crescem mais rápido que os músculos e tendões, sobrecarregando-os, mas não existe confirmação científica ainda.
- a dor é localizada, na imensa maioria das vezes, nas pernas, principalmente, atrás dos joelhos, nas coxas e panturrilha, mas também pode ocorrer nos braços.
- sempre aparece no início da noite ou de madrugada, que é quando os músculos e tendões relaxam.
- atividades de muito impacto ou situações de stress podem desencadear as dores de crescimento.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Antes que eles cresçam...

Pequenos gestos que nos farão aproveitar melhor essa fase linda que é a infância dos nossos filhos....

- Ficar com eles no colo durante todo o tempo do cochilo, só curtindo aquele aconchego e aquele cheirinho delicioso que nossos pequenos têm.

- Ficar de mãos dadas, mesmo quando ainda são recém-nascidos e só conseguem agarrar nosso dedinho.

- Cheirar muuuuuito o cabelo deles.

- Fazer de tudo pra arrancar uma gargalhada deles....não existe som mais delicioso no mundo e, naquele momento, percebemos que a alegria não depende de mais nada.

- Deixar que eles durmam na nossa cama vez ou outra.

- Caçar conchinhas na praia e colher flores pelas praças.

- Assistir (mesmo que seja pela milésima vez) o mesmo desenho, só pra poder curtir aquele momento gostoso no sofá.

- Inventar as histórias mais absurdas que passarem pela cabeça. Crianças não acham estranho "uma girafa entrado no disco voador para ir à festa na casa da vovó".

- Aproveitar o título de pessoa mais inteligente do mundo....na infância, eles têm certeza de que nós sabemos e conseguimos tudo.

- Brincar de esconde-esconde e ver os pequenos com metade do corpo para fora do esconderijo, certos de que estão arrasando!

- Entrar de cabeça no mundo deles (tomar chá imaginário, comer a comida do restaurante que ele acabou de abrir ou brincar de super-herói - com direito a correr com capa pela casa).

- Cozinhar junto com eles....é uma bagunça deliciosa!

- Sempre que for abraçar seus pequenos, faça isso com todas as suas forças.

- Dizer "eu te amo" todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, eles deixem de acreditar você estará lá sempre que precisarem.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Feliz Dia dos Pais

Aproveitem essa jornada ao máximo! Dia a dia! Sem perder nenhum detalhe dessa fantástica aventura! Curtam esse presente lindo que Deus deu! Ser pai é uma grande bênção, uma imensa alegria. Se joguem de cabeça!

Que vídeo fantástico!