sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Relato do parto de Jesus

Fiquei encantada com esse texto, gente!! E não podia ter época melhor pra repostá-lo, né?

Vou postar o link pra vocês acessarem, pois o site proíbe a transcrição: 


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E aproveito pra deixar meu desejo de um lindo Natal pra todos vocês que acompanham o Drops e que, mesmo de longe, se tornaram muito especiais e importantes pra mim.

Que a paz, a harmonia e o amor desse dia nos acompanhem sempre durante 2017.

Um grande beijo e até fevereiro! 😘😘😘😘
(as redes sociais continuam com as postagens normalmente)



quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Fatos do mundo azul....

Algumas coisas que poucas pessoas comentam:

. A gente se sente meio mal ao chegar em uma loja e ver apenas uma ou duas araras de roupas masculinas num cantinho (e perceber que existem mais de 20 araras abarrotadas de roupas femininas).

. Quem fala que meninos são "baratos", não sabem os preços de alguns carros, pistas, heróis e jogos.

. O pipi é muuuuito mais prático e simples do que podemos imaginar, mas tem suas peculiaridades e seus cuidados.

. Eles vão ficando monossilábicos desde cedo. ("Do que você brincou hoje na escola? Muitas coisas"!)

. Quando percebemos o quanto eles são práticos desde a infância, dá uma pontinha (ou pontona) de inveja.

. Eles são extremamente carinhosos e beijoqueiros.

. Eles sonham em ser pilotos praticamente desde que aprendem o que é um carro (para o desespero materno).

. Nem todos os meninos são ligados em super-heróis e futebol (eu tinha certeza de que também era automático).

. Uma camisa e um sapato estiloso têm o poder de deixar todo o look irresistível desde a infância.

. Parece que não, mas as possibilidades de cortes de cabelo são muitas pra eles (e ainda com direito a penteados).

. Como eles falam beeeeem menos, são extremamente observadores.

. A preocupação em ser gentil com as mulheres aparece bem mais cedo do que imaginamos (dar flores, ajudar com algo "pesado").

. Dá uma tristeza ver o quanto o mundo anda contrário à masculinidade! Tudo o que é natural do homem (e do menino) é condenado como se fosse algo horrível. Muitas vezes, disfarçado de feminismo ou politicamente correto, a "homemfobia" aparece em muitas áreas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Repost: o mais lido de 2016

Esse post continua invicto desde o dia da primeira postagem, que foi janeiro de 2015.

Cistos de Retenção de Esmegma

Nome estranho, né? Mas para as mães e pais de meninos, esse termo passa a ser bem comum. Trata-se de uma ou mais bolinhas que aparecem no pipi do bebê. Elas podem ser pequenas ou grandes.

Mas por que essas bolinhas aparecem? Acontece que o pênis produz uma secreção natural desde o nascimento e por toda a vida do homem. Essa secreção é necessária para a saúde do pipi e, na vida adulta, para facilitar a penetração. É o esmegma.

O esmegma é produzido por glândulas que se localizam na base da cabeça do pênis (em alguns homens, elas são bem visíveis, mas na grande maioria das vezes, são muito pequenas para serem percebidas). A produção do esmegma não pára e, como os meninos nascem com a pele do pênis cobrindo todo o órgão, pode haver um acúmulo (já que a secreção não tem para onde sair, digamos assim). Nisso, ela acaba formando essas bolinhas ao longo do pipi.

Muitos pais ficam assustados, achando que se trata de pus ou cistos, mas não se trata de uma infecção. É importante falar com o Pediatra, claro, pra confirmar o diagnóstico, mas depois de confirmado, o único cuidado é continuar caprichando na higiene durante o banho (abrir a pele até onde ela vai e lavar com água e sabonete). Em alguns casos, pra prevenir infecções, o médico pode receitar uma pomada antibiótica.

O esmegma é absolutamente saudável e necessário (inclusive, ajuda a descolar o prepúcio da glande).

Conforme a pele for se abrindo, o esmegma vai saindo.

Meu baby teve 2 episódios e na primeira vez fiquei bastante assustada, achando que eram cistos. Na segunda vez, no lugar de pequenas bolinhas, formou-se uma grande e única.....estamos tratando e ela já diminuiu bastante, uma vez que a pele vem se abrindo mais a cada dia.

Pois é!! Ser mãe e pai de menino é uma grande aventura...hehehe

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

As mães de antigamente reclamavam menos?

Já ouvi muitas pessoas dizendo isso, mas será que é verdade? Será que realmente as mães de hoje reclamam simplesmente porque reclamam? Será que as mães de antigamente tinham a mesma vida difícil, mas não reclamavam?

Eu não digo que a vida delas era mais fácil, porque a tecnologia nos ajuda demais, mas a vida das mães de antigamente era mais SIMPLES. Vou me explicar:

Pense em um bebê que nasceu lá por volta de 1950. O que acontecia com a mãe no pós-parto? Ela ficava em repouso absoluto por 30 dias, em alguns casos extremos, não podia nem lavar a cabeça, mas durante esse repouso absoluto, o que ela fazia? Amamentava, ficava com bebê no colo, dava carinho, dormia.....e quem cuidava da casa pra ela? Amigas, familiares, as mulheres se uniam para cuidar não só do bebê, mas da mãe.

Era uma comunidade de mulheres lavando, passando, cozinhando, se empenhando de verdade, dando banho no bebê, dando banho na mãe, a mãe simplesmente não tinha com o que se preocupar, a não ser descansar e, a partir desses trinta dias, o que acontecia? A rede de apoio continuava. A mãe agora já não estava mais presa no quarto. Podia cuidar da sua casa, do seu bebê, mas toda a rede de apoio continuava, então, se ela precisasse de alguém para cozinhar, ela tinha. Se ela precisasse de alguém pra passar a roupa, ela tinha. Se ela precisasse de alguém pra ficar com o seu bebê enquanto ela passava um pano pela casa, ela tinha.

A mulher de antigamente não precisava se importar com pressões do tipo:

-"quando você volta a trabalhar"?
- "mas você vai largar tudo pra ficar em casa"? 
- "você não pode se anular por causa de um filho"!
- "mas e sua carreira? Você TEM que investir na sua vida profissional"!
- "mas você vai aceitar depender do seu marido pra tudo"?

A mulher de antigamente não tinha esse tipo de pressão porque, priorizar a família era tão óbvio naquela época quanto escovar os dentes ao acordar. Essa mãe tinha todo o tempo do mundo pra curtir seus filhos, a rede de apoio estava sempre ali, essa mãe não precisava provar pra todo mundo que era uma super mulher, que ela podia ter um filho, trabalhar fora (e não só trabalhar fora, porque isso não basta - tem que ter uma super carreira!).

Essa mãe não precisava estar com o corpo de antes da gravidez apenas pouquíssimos meses após o parto, não existia essa cobrança. Ela estava com uma barriguinha! Claro! Tinha acabado de ter filho.

Já entenderam onde eu quero chegar, né?

As mães de antigamente reclamavam menos, com certeza, porém as mães de antigamente eram menos pressionadas, as mães de antigamente tinham o direito de serem apenas mães, mulheres. Não tinham essa cobrança desenfreada que nós temos hoje, de ser sempre a melhor, de dar conta de tudo sozinha!

Pensem bem: uma mulher que acaba de ter filhos hoje, já sai da maternidade e tem que se virar sozinha, porque todas as amigas trabalham fora, todas as mulheres da família trabalham fora, muitas vezes, até a avó da criança trabalha fora e não tem tempo pra cuidar dos netos.

Essa mulher está sempre sozinha! É ela, o bebê e o marido......só que a licença-paternidade acaba em 5 dias e depois é a mãe e o bebê sozinhos, sem apoio. Tirar dúvidas? Só se for pela Internet, porque a mãe está trabalhando fora, só chega a noite para ajudar a filha e ver o neto.

Que horas o pai vai dar um apoio? Quando chegar em casa do trabalho também, à noite, que é quando enfim, ela faz tudo o que precisou fazer durante o dia, mas não teve como: comer, limpar a casa, tomar um banho,....

E se alguém chegar na casa dela bem naquele dia em que o bebê não dormiu, não largou o peito o dia inteiro e ela não conseguiu nem tirar o pijama? Ela é julgada, afinal "é uma dona de casa muito desleixada! Onde já se viu ficar em casa o dia todo com o bebê e não dar conta de limpar o chão, de varrer a casa, de lavar uma louça"?

E daí, quando enfim ela pode sair de casa com o recém-nascido, já começam as cobranças:

-"meu Deus! Você teve filho há dois meses e sua barriga ainda está grande? Viu que a fulana já saiu da maternidade com o jeans que usava antes de engravidar"?

"Mas você teve estrias? Então não se cuidou direito"!

"Jesus! Você engordou mais do que 5 quilos em toda gestação? Não soube se cuidar! Que desleixada"!

Continuo afirmando o cada dia mais: a vida das mulheres de antigamente não era mais fácil do que a nossa, mas era beeeeeem mais simples e eu morro de inveja delas! Volta e meia eu me pego pensando que eu nasci na década errada, porque olha! Ser mulher está cada dia mais difícil.

*fiz esse texto depois de ler muitos e muitos emails. Depois de receber muitos e muitos desabafos das minhas clientes. Depois de conferir muitos comentários de mães desanimadas nos poucos grupos que ainda acompanho no Facebook. Depois de perguntar para muitas mães de antigamente como eram as coisas naquela época. Pode parecer exagero para algumas, mas são fatos reais, colhidos de pessoas reais. Além disso, claro! Minha própria experiência.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

E quem disse que super-heróis não existem?

Um dos vídeos mais especiais que já postei aqui no blog....ah! Se cada um fizesse a sua parte pra tocar o coração do outro, como o mundo seria melhor!!


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Como irrita!

Por mais bacana que seja a vida com filhos, algumas coisas são chatas e bem irritantes. Hoje, vou falar das que mais me incomodam (ou incomodavam, porque graças a Deus, passaram - rsrsrsrs).

Trocar fralda: são "trocentas" vezes fazendo exatamente a mesma coisa todos os dias. Fora os inconvenientes do mega-master-power cocô bem na hora de sair de casa, que vai até a nuca da criança, ou aquele xixi que vaza e suja toda a roupa bem no meio do jantar em seu restaurante preferido. E a luta de UFC que precisamos enfrentar a cada troca? Segura de um lado, a criança foge do outro. Bate as pernas, chora, fica de quatro, etc, etc....

Escovar os dentes: o que será que incomoda tanto eles nessa hora? Claro que eles acabam acostumando com o processo, mas até lá!! Jesus!! Que fase!

Limpar o nariz: a cada tentativa, os vizinhos terão certeza de que precisam chamar o conselho tutelar, porque você só pode estar espancando a criança.

Trocar de roupa: colocar a roupa de uma criança que não está querendo ser vestida é tarefa pra Mestre especialista, porque nós, mães e pais, ficamos acabados, suados, irritados e sem a menor vontade de ir rumo ao programa que estava planejado. Calçar sapatos entra na mesma categoria....rsrsrs

O tira-e-põe na cadeirinha do carro: eles berram, se contorcem, chutam o banco da frente....e o cinto da cadeirinha suuuuuper ajuda, né? Já que é tão simples e tão fácil de fechar (#SQN) E quando precisamos passar por essa função mais do que três vezes? Já deixei de sair de casa só por saber dessa necessidade....esperava o marido chegar do trabalho e ia sozinha.

Sair de casa: como é simples antes dos filhos, né? Mas depois? Entre a decisão de sair e a saída propriamente dita, são no mínimo 30 minutos (e, nesse tempo, leia-se enfrentar todas as alternativas anteriores).

Dar comida: de longe, a fase mais irritante de toda a maternidade pra mim. Como demora, como eles rejeitam a comida que você acabou de passar horas preparando! Nossa!! De longe, a pior fase na minha opinião!

Lidar com as variações de humor: meeeeu Deus!! Como isso irrita!! Ter de lidar com o choro, os berros, a frustração (que muitas vezes, vocês mesmo causou na criança, já que os limites são fundamentais) exige jogo de cintura, paciência e criatividade, só que nem sempre nós temos essas habilidades disponíveis, né?

Repetir "trocentas" vezes a mesma coisa: a vontade que dá é chutar o pau da barraca e deixar a criança fazer o que quiser, porque falar a mesma coisa infinitas vezes é muito, mas muuuito chato!

Acompanhar a ida ao banheiro: têm dias ótimos, quando as coisas fluem rapidamente, mas e quando a criança não está a fim de colaborar? São minutos preciosos perdidos no chão do banheiro ou em um banquinho desconfortável esperando o momento em que o xixi ou o cocô (ou os dois) vão aparecer.

Ter suas atividades interrompidas: aqui, entra de tudo - aquele momento em que você, enfim, consegue sentar pra comer e o bebê chora (ou a criança pede pra ir ao banheiro). Ou quando você dá aquela relaxada no sofá e já é interrompido por uma vozinha que precisa "desesperadamente" de ajuda pra achar um brinquedo.

E vocês? Algo a mais pra acrescentar?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Repost: Muitas dicas juntas: festas, viagens, férias

Post bacanérrimo pra essa época do ano:

{Post de 21/12/2015}

Fim de ano, festa de Natal, festa de reveillón, férias, viagens, mudança de ritmo e de horários.....depois dos filhos, tudo isso vira um grande planejamento e, muitas, vezes, uma grande dor de cabeça para os pais. Por isso, achei bacana compartilhar com vocês um "resumão" de tudo o que já postei sobre isso aqui no blog. É só clicar nos links:


2) Comida de hotel importante ler também o texto explicativo que eu fiz sobre isso.

3) Praia com os pequenos (uma lista completa de itens pra viajar com a estrutura que vcs precisam)


5) Saindo da rotina nas festas de fim de ano e Natal

6) A tela da bermuda de banho: dica importante para pais e mães de meninos.