quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Repost:Peço desculpas a quem foi mãe antes de mim

O Face me lembrou desse texto e não resisti! As desculpas continuam valendo....rsrsrsrs....

{Post de 04/12/2014}

Antes de ser mãe, é impossível imaginar o que é a vida com filhos. A gente julga tanto, mas tanto, que assim que o bebê nasce (e até mesmo durante a gravidez), começamos a pagar a língua praticamente todos os dias. Por isso, peço desculpas MESMO por:
- criticar as grávidas que reclamavam do mal-estar (lembro que costumava dizer: frescura!! gravidez não é doença não!): passei um mês inteiro praticamente de cama por causa dos enjoos e paguei a língua rapidinho.
- achar um absurdo as mães que usavam os filhos como desculpa quando chegavam atrasadas: não é desculpa! É sempre na hora de sair que a criança resolve fazer cocô, vomitar na roupa nova ou simplesmente fazer birra.
- criticar as mães que, após o nascimento do baby, deixavam o salto alto de lado (achava um absurdo a mulher se esquecer de ser mulher, feminina, só porque se tornou mãe): mal sabia eu que não é deixar de ser feminina!! É ter mais segurança pra andar com o bebê no colo. É ter mais conforto pra ficar horas e horas correndo atrás da criança durante uma festa (já que eles não param quietos depois que aprendem a andar). Ah...e o mesmo vale para saias e vestidos mais curtos.
- não entender que a vida social muda: eu achava que era óbvio continuar com a vida normalmente depois dos filhos. Quer sair? Deixa com a babá e vai! Mas sentir a realidade na pele é outra conversa! E quem disse que acha uma babá confiável? E quem disse que temos pique pra sair depois de noites e noites em claro?
- achar um absurdo a falta de planejamento de quem tinha filhos: não era falta de planejamento. O fato é que, mesmo com tudo planejado, uma febre, uma dor de barriga ou simplesmente um bebê com sono colocam seus planos por água abaixo.

- não entender quando elas me contavam que passaram o dia todo de pijama ou que demoraram horas pra conseguir escovar os dentes: agora eu entendo, queridas! E como entendo!

- criticar quem levava os filhos a festas de adultos: não parava pra pensar que aquele casal não tinha com quem deixar o bebê. Ou simplesmente não queria se separar dos filhos pra curtir a noite (até porque, depois dos filhos, a gente não consegue mais curtir meeeesmo os lugares sem eles por perto).

- ter certeza de que os pais eram sempre os culpados pela birra dos filhos: não!!! Nem sempre a culpa é dos pais!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A decisão pelo filho único

Hoje é dia de responder às dúvidas de vocês, que sempre me escrevem perguntando sobre a decisão de ter um filho único. Como sempre, vou colocar o post em tópicos, com as perguntas mais frequentes:

Vocês sempre quiseram um filho só?
Não. Na gravidez, tínhamos certeza de que teríamos o segundo filho. E rápido, já que eu engravidei com 36 anos.

Quando veio a decisão pelo filho único?
Pra mim, praticamente assim que o lindão nasceu. Percebi que ali, sozinha, a mais de mil km da família, não daria conta de duas crianças. Quando voltamos a morar perto dos familiares, o lindão estava com 1 aninho, mas vieram dificuldades financeiras, desemprego e a vontade, que já era nula, sumiu de vez.
O maridão só parou de querer quando começaram essas dificuldades. Agora, mesmo com as coisas se estabilizando, desanimamos.

De vez em quando não pinta uma vontade?
Não pinta!! Desde que o lindão nasceu, nunca tive nenhuma vontade de ter outro filho. Lembro das pessoas dizendo: "quando ele tiver 1 ano, você vai começar a ter vontade". Mas a vontade não veio. 
Daí, diziam que viria quando ele tivesse 2 anos....3 anos...já está com quase 4 anos e nada ainda!!

Você não sente medo de se arrepender lá na frente?
Arrependimento faz parte da vida. Se me arrepender, paciência. O que não acho certo é colocar alguém no mundo só pra não correr o risco de me arrepender um dia.
E se o lindão pedir um irmãozinho?
Vamos explicar pra ele que esse irmãozinho não virá e pronto. Assim como disse acima, não acho justo trazer alguém ao mundo só pra dar um presente para o irmão mais velho.

O que você acha que muda na vida quando temos só um filho?
Acho que tentamos prolongar a infância deles o máximo que podemos, já que será só essa vez. Sem nenhuma pressa, respeitando o tempo deles. Curtindo cada etapa sem ficar já sonhando com a próxima.
Lindão já pediu um irmão?
Não. Já perguntou porque ele não tem irmão, eu expliquei que é porque o papai e a mamãe não tiveram mais nenhum bebê e ele já ficou satisfeito. Muitas pessoas AMAM cutucar, perguntando pra ele se ele quer um irmãozinho, mas ele sempre responde que não.
Como você encara a pressão da familia?
Não ligo não. Finjo que ouço, dou um sorriso amarelo e saio de perto. Ninguém tem nada com isso. Esse tipo de decisão é extremamente particular. Só cabe ao casal decidir. Afinal, quem vai arcar com as despesas, privações, etc, é o casal e mais ninguém.
E a saudade de ter um bebê em casa? Como fica?
Quanto a isso, não tenho o menor problema, porque não sinto falta do bebê. Gosto mesmo da fase atual. Achei a fase bebê bem chatinha e monótona.
Você não tem dó de pensar nele sozinho apoiando vocês na velhice?
Mais uma vez, acho que isso não deve ser motivo pra ter outro filho. Ter um irmão (ou mais), não é sinônimo de ter apoio, amizade e companheirismo (infelizmente).
Qual é a principal razão de vocês não quererem o segundo filho?
Na verdade, são duas razões empatadas: o lado financeiro e a total (pura e simples) falta de vontade.

O que deve mover um casal a querer ter mais filhos?
O desejo por esse filho. A sensação de que ainda falta uma parte da família, independente de qualquer situação.
E a menininha? Não sonha em ter uma companheira?
Nunca sonhei. Meu sonho sempre foi um menino. Sempre! E a realidade superou minhas expectativas. Tanto que, se fosse ter outro, faria de tudo pra que fosse menino de novo. Nada contra o mundo rosa, mas a vida é tão mais fácil e prática no mundo azul!! Rsrsrsrsrs.....

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Minha opinião sobre o aborto

O vídeo de hoje traz também a minha resposta aos MUITOS emails e mensagens que chegaram essa semana pedindo minha opinião sobre o aborto, já que o tema ganhou força na imprensa e redes sociais.

Como se trata de um tema muito polêmico, vou fazer algo mais curto e simplificado, pois não estou querendo abrir uma discussão, mas sim, expor minha opinião, que foi o que as leitoras e seguidoras das redes sociais me pediram, ok?

Antes, gostaria só de esclarecer que não tenho raiva nenhuma de quem já fez um aborto ou de quem é a favor do aborto. Todos têm direito a uma opinião e muitas mulheres tomam essa decisão por desespero, influencia de terceiros e/ou falta de informação.

Sou totalmente contra o aborto. Vejo como assassinato. Entendo o desespero de alguém que se vê grávida depois de um estupro ou de uma mãe que sabe que o filho não irá sobreviver após o parto. São casos extremos e, com eles, não me intrometo.

O que não entendo, ou concordo, é com argumentos absurdos como:

Antes de 12 semanas, é apenas um feto, não um bebê: o primeiro ultrassom que fiz, foi com 7 semanas de gestação. Lindão tinha 8mm e um CORAÇÃO que BATIA extremamente rápido e FORTE. O coração estava B-A-T-E-N-D-O! Pra mim, onde bate um coração, existe vida, então, ali já existe um bebê. Fora que, para ser um bebê, é preciso ser um feto...não entendo como querem separar as duas coisas.

O corpo é da mãe e ela faz o que quiser com ele: o corpo pode ser da mãe, mas ali dentro, está OUTRA VIDA, OUTRO CORPO, OUTRO DNA. Nosso direito acaba quando o do outro começa.

Melhor não nascer do que ser abandonado: melhor mesmo é NÃO ENGRAVIDAR. Não quer ser mãe? Não engravide! São tantos métodos, tanta informação. Para as mais radicais, até processos cirúrgicos são possíveis.

Não tenho dinheiro, tempo, condições, idade: nada disso justifica um aborto. Matar um bebê por não ter tempo? Dê para a adoção. São milhares de casais ansiosos pra conseguirem formar uma família. Ansiosos por uma criança que irá completar a vida deles. Ansiosos pra dar esse amor.

Me cuidei direitinho, mas escapou e não quero o bebê: mais uma vez, isso jamais justificaria o aborto. Adoção é melhor.

O trauma de passar pela gestação e parto pra depois doar, é muito grande: e o trauma do aborto? Seria pequeno? Saber que um bebê estava ali, mas foi sugado, aspirado ou despedaçado (literalmente) não é traumático? Conheço mulheres que abortaram, leitoras e clientes que se abrem, e todas carregam um trauma imenso. Algumas, relatam que acordam de madrugada ainda ouvindo o som da sucção. Anos depois. Décadas depois....ainda ouvem o som!

Se deixar a criança nascer, não vou conseguir dar pra adoção e não sei o que farei da vida: eu sei o que você fará da vida. SERÁ MÃE, SERÁ PAI...e sentirá o maior amor do mundo. Inexplicável, lindo e perfeito. Será fácil? Claro que não! Será um conto de fadas? Claro que não! Valerá a pena? Sempre! Todos os dias de sua vida. Valerá a pena!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Muito cuidado com o tênis de rodinha

Dia de alerta!

O tênis com rodinhas caiu no gosto dos pequenos, mas deixa muitos pais preocupados, né? Será que ele é seguro?
 
O tênis passou pela análise da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que aprovou o produto e afirmou que ele ajuda a criança no desenvolvimento motor e favorece os reflexos de equilíbrio, mas deve ser usado com parcimônia!

A fisioterapeuta da Unicamp, Renata di Grazia, conta que já atendeu um menino que sentiu dores pelo uso exagerado do skatênis. “Se a criança anda só um pouquinho com a rodinha no tênis, não tem tanto problema. Mas se ela andar o dia inteiro com aquilo, pode ter uma esporão de calcanho (deformidade no osso do calcanhar)”, explica.‼️

A fisioterapeuta aponta ainda como consequências do uso em excesso, o encurtamento de músculos, dores e alterações posturais, como a hiperlordose (aumento da curvatura da coluna lombar) e a escoliose (quando a coluna faz um "s" ou "c").
 
A Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos acaba de lançar um folheto que alerta para a importância das crianças usarem capacete e protetores nos pulsos, joelhos e cotovelos sempre que estiverem usando os tênis com rodinhas.

De acordo com os especialistas, o modismo tem levado cada vez mais crianças para o Pronto Atendimento dos hospitais. "Muitas vezes elas testam os patins longe da assistência dos pais, sem avaliar riscos ambientais como irregularidades no piso e movimento de pedestres ou automóveis, o que pode causar graves acidentes e lesões diversas, principalmente em membros superiores, que são as fraturas mais comuns em crianças".
 
Já existem escolas proibindo o modelo devido ao grande número de acidentes.

Fonte: G1, Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Repost: Cinta pós-parto

Hoje, vou repostar sobre as cintas pós-parto, porque recebo muitos emails de gravidinhas me perguntando sobre isso.

{Post de 05/11/2014}

Devido à praticidade (tanto na hora de colocar quanto no dia a dia - para ir ao banheiro, por exemplo, escolhi a cinta estilo espartilho, sem pernas. Ela segura bem, mas forma uma espécie de "pochete" logo abaixo do umbigo porque, como não chega até a virilha, comprime a barriga pra baixo quando a gente senta. Achei péssima no fim das contas. Não recomendo!
Daí resolvi aderir à cinta-calcinha....e foi ela que funcionou pra mim. Comprime bem a barriga e vai até o final, o que impede o problema que comentei acima. Claro que dá um pouco de trabalho na hora de ir ao banheiro, mas compensou. Usei o modelo bandagem, que não tem os colchetes. É um super elástico, que comprime meeeeesmo a barriga. Comprei uma preta e uma cor da pele. O único ponto negativo é que ela não tem aquela abertura pra ajudar na hora do banheiro, mas o conforto da modelagem e do tecido compensou esse probleminha.
Outro modelo que cheguei a provar, mas não escolhi por achar quente demais foi o com pernas. Esse é o mais indicado pelos médicos, mas realmente não consegui usar. Tive uma amostra do que é essa cinta quando fiz uma lipo nos culotes e achei quente demais! Também não gostava da marca que ela deixava em todas as roupas bem no meio da coxa.
Mais pra frente, quando meu baby já tinha mais de 6 meses, passei a usar uma regata com compressão que achei bem bacana. Uso até hoje quando estou com alguma peça transparente.

Agora, um modelo que definitivamente não indico é o calcinha de cintura alta, conhecida como faixa pós-parto. Ele marca a silhueta bem no meio da barriga. Fica muito estranho. Pra disfarçar uma barriguinha indesejada, tudo bem, mas a barriga pós-parto precisa de mais estrutura.

Resultado: infelizmente, o uso da cinta não fez minha barriga voltar ao normal. Eu usava mais pela sensação de conforto que dava mesmo. Como fiz cesárea, aquela impressão de coisas "soltas" do pós cirúrgico me incomodava bastante. Só que não culpo as cintas não. O fato é que, já com todos os kg da gestação eliminados, voltei a engordar durante um processo de muita ansiedade e isso agravou o fato de eu ter ficado com a barriga saliente.

O uso da cinta em si ajuda, mas não faz milagres. O que faz mesmo a diferença é se alimentar direito, fazer atividade física assim que for liberada pelo médico e manter a musculatura contraída sempre que possível pra ir "treinando" os músculos a voltarem para o lugar.

Só agora que estou com reeducação alimentar e atividade física é que estou começando a notar uma diminuição na barriguinha....espero que ela volte ao normal...

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Teste Improvável

Estamos na Semana Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil e esse vídeo não podia ser mais perfeito para ilustrar a importância desse tema.

Chorei!! Não tem como segurar! Além do vídeo emocionante, a importância da conscientização, dos exames tão simples, mas muitas vezes negligenciados, dos sintomas que parecem bobos, da dor só em pensar em algo ruim acontecendo com os pequenos! Assistam, compartilhem, falem com o Pediatra.

Alguns dos sintomas: dores nas pernas que não passam e atrapalham as atividades, sangramento na gengiva, cansaço excessivo, dores de cabeça pela manhã, vômitos, manchas brancas na “menina dos olhos”, manchas roxas no corpo (sem traumas ou pancadas), gânglios pelo corpo.



quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Receitinha - lanche

Tanto tempo sem receitinha, né? Esse bolo é delicioso, super prático e rápido de fazer. 

1 xícara:
. cacau em pó
. farinha (usei a de arroz)
. leite
. água
. açúcar (usei o demerara)

. 3 ovos
. 1 colher de sopa de fermento em pó

Mistura bem e leva ao forno até o palito sair sequinho.

Como tenho a máquina de brownie da Fun Kitchen (que para o brownie mesmo é péssima, mas assa bolo que é uma beleza), faço bolinhos individuais, em menos de 5 minutos. Essa receita rendeu 12 bolinhos. 👍👍👍👍👍👍👍